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EFD – Alterações

AJUSTE SINIEF 02, DE 26 DE MARÇO DE 2010

Altera o Ajuste SINIEF 02/09, que dispõe sobre a Escrituração Fiscal Digital – EFD.

O Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ, na sua 137ª reunião ordinária, realizada em Boa Vista, RR, no dia 26 de março de 2010, tendo em vista o disposto no art. 199 do CódigoTributário Nacional (Lei No- 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte AJUSTE

Cláusula primeira O § 3º da cláusula primeira do Ajuste SINIEF 02/09, de 3 de abril de 2009, que passa a vigorar com a seguinte alteração:

“§ 3º O contribuinte deverá utilizar a EFD para efetuar a escrituração do:

………………………………………………………………………………………………………………………..

VI – documento Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente – CIAP -, modelos C ou D.

Cláusula segunda Ficam acrescentados os seguintes dispositivos ao Ajuste SINIEF 2/09, com as redações que se seguem:

I – o § 5º à cláusula terceira:

“§ 5º A escrituração do documento Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente – CIAP -, modelos C ou D, será obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2011.”;

II – à cláusula vigésima segunda:

a) o inciso III ao “caput”:

“III – as normas do Ajuste SINIEF 8/97, de 18 de dezembro de 1997.”;

b) o § 2º:

“§ 2º Não se aplicam aos contribuintes obrigados à EFD os seguintes dispositivos do Ajuste SINIEF 8/97:CAT

I – o § 2º da cláusula quarta;

II – o § 2º da cláusula quinta.”.

Cláusula terceira Fica renumerado para § 1º o atual parágrafo único da cláusula vigésima segunda do Ajuste SINIEF 2/09.

Cláusula quarta Este ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1º de abril de 2010.

Presidente do CONFAZ – Nelson Machado p/ Guido Mantega; Acre – Mâncio Lima Cordeiro; Alagoas – Adaída Diana do Rego p/ Maurício Acioli Toledo; Amapá – Maria Cristina Amoras Favacho p/ Arnaldo Santos Filho; Amazonas – Daniela Ramos Torres p/ Isper Abrahim Lima; Bahia – Carlos Martins Marques de Santana; Ceará – Francisco Sebastião de Souza p/Carlos Mauro Benevides Filho; Distrito Federal – Carlos Henrique de Azevedo Oliveira p/ André Clemente Lara de Oliveira; Espírito Santo – Bruno Pessanha Negris; Goiás – Cicero Rodrigues Da Silva p/ Jorcelino José Braga; Maranhão – Carlos Sergio Moraes Novaes p/ Carlos José Trinchão Santos; Mato Grosso Marcel Souza de Cursi p/ Eder de Moraes Dias; Mato Grosso do Sul -Miguel Antonio Marcon p/Mário Sérgio Maciel Lorenzetto; Minas Gerais – Pedro Meneguetti p/ Simão Cirineu Dias; Pará – Jose Lucivaldo Freitas p/ Vando Vidal de Oliveira Rego; Paraíba – Fernando Pires Marinho Junior p/ Anísio de Carvalho Costa Neto; Paraná – Heron Arzua; Pernambuco – Jose da Cruz Lima Junior p/ Djalmo de Oliveira Leão; Piauí – Maria das Graças Moraes Moreira Ramos p/ Francisco José Alves da Silva; Rio de Janeiro – Alberto da Silva Lopes p/ Joaquim Vieira Ferreira Levy; Rio Grande do Norte – André Horta Melo p/ João Batista Soares de Lima; Rio Grande do Sul – Leonardo Gafrée Dias p/ Ricardo Englert; Rondônia – José Genaro de Andrade; Roraima – Antônio Leocádio Vasconcelos Filho; Santa Catarina – Edson Fernandes dos Santos p/ Antônio Marcos Gavazzoni; São Paulo – Otavio Fineis Junior p/ Mauro Ricardo Machado Costa; Sergipe – João Andrade Vieira da Silva; Tocantins – Wagner Borges p/ Marcelo Olimpio Carneiro

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2 Comments on “EFD – Alterações

  1. Desenvolvi um soft CIAP incluido PIS e COFINS, estes últimos não foram atualizados em função de ultimas alterações na Lei Federal. Ao adaptar o meu sistema ao EFD tive grandes problemas principalmente no tocante a Imobilizado em Andamento. Por exemplo S.M.J. para construção de imobilizado, necessitando de uma porca ou arruela que custa, R$ 0,20, que se encontram no estoque é necessário calcular 1/48 de 18% de ICMS além de buscar a nota fiscal de aquisição correspondente, lançar esta operação com código de movimento “MC”.
    Não bastando a este problema temos preocupação com relação a Ativo Imobilizado que foi sinistrado, perecido, deteriorado dentro do estabelecimento. O RICMS/SP, S.M.J., não prevê emissão da nota fiscal, impossibilitando em dar baixa no EFD. O RICMS/MG já prevê esta situação.

    O fato de emitir a última nota fiscal do mes é um pouco sacrificante para quem está cuidando do CIAP, pois tem que somar todas as notas fiscais por tributado, não tributado, isento do mes, determinar o valor do crédito e correr junto ao faturista para solicitar a emissão da nota fiscal com CFOP 1.604 um procedimento que é feito normalmente fora do expediente no último dia do mes.
    Notei que alguns estabelecimento fazem a emissão no mes seguinte necessitando lançar como extemporâneo, registro G126.

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