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Impacto da pirataria na arrecadação nacional chega a R$ 32 bilhões

O Brasil deixa de arrecadar aproximadamente R$ 32 bilhões por ano e perde dois milhões de empregos com a pirataria. Os dados foram apresentados aos representantes de entidades ligadas ao combate aos produtos piratas no Estado, nesta quinta-feira (29), durante a primeira sessão itinerante da Frente Parlamentar de Combate à Pirataria e Sonegação Fiscal, no auditório da Assembléia Legislativa. A realização da sessão se deu em parceria com a Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável, por meio do Conselho Estadual de Combate à Pirataria (Cecop/SC).

O secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Paulo Bornhausen, que representou o governador Raimundo Colombo, acredita que a redução do consumo de produtos piratas requer um entendimento melhor desta prática por parte da população. Para ele é preciso que se compreenda que os produtos falsificados diminuem a oferta de empregos e os investimentos na economia, o que prejudicam a população de menor renda e o crescimento econômico.

Debate

O debate sobre os malefícios da venda de mercadorias e serviços não originais sobre a atividade econômica formal trouxe a Santa Catarina o presidente do colegiado da Frente Parlamentar, deputado Guilherme Campos. Para o deputado, a pirataria é uma atividade criminosa e altamente organizada. “Ela prejudica as empresas que investem na propriedade intelectual e toda a sociedade, pois traz impactos negativos na geração de emprego e renda”, classificou o deputado.

O Cecop é constituído por 34 instituições e envolve quatro secretarias de Estado, a de desenvolvimento Econômico Sustentável, Educação, Fazenda e Segurança Pública. O conselho foi representado na sessão solene pelo seu presidente, delegado Wanderley Redondo, sua missão institucional é promover e coordenar políticas públicas e privadas, de caráter educacional e institucional, voltadas à prevenção e à repressão das violações da propriedade intelectual.

Fonte: Portal Economia SC

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